Goiás: Enel parcela contas em atraso em até 10 vezes

A Enel Goiás começa a ofertar a clientes inadimplentes a possibilidade de parcelar o débito em até dez vezes a partir desta sexta-feira (31). Anteriormente, o prazo máximo oferecido pela empresa era de até oito vezes. De acordo com a companhia, o valor a ser pago na entrada também será reduzido. A negociação pode ser feita na Agência Virtual, na internet, ou via aplicativo.

A medida será implementada para evitar cortes de fornecimento, que foram liberados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) após quatro meses de suspensão dessa sanção. Apenas consumidores de baixa renda, enquadrados na tarifa social, poderão permanecer sem cortes independentemente de estarem adimplentes. No estado, são cerca de 200 mil clientes nessa condição.

“Vamos começar, a partir de amanhã (30/08), uma nova campanha e vamos estender a possibilidade de parcelamento facilitado, deixando numa condição melhor ainda. Estamos reduzindo o percentual de entrada e aumentando a quantidade de parcelas para que o cliente possa nos procurar, regularizar e evitar qualquer transtorno a partir de agosto”, afirmou o gerente de mercado da Enel Goiás, Nelson Assunção.

Para empresas que utilizam redes de média e alta tensão, de no mínimo 13.800 volts, o gerente explica que o parcelamento é feito em até sete vezes. São 8 mil unidades consumidores desse porte no estado, conforme a empresa.

Para fazer o parcelamento, Assunção diz que o consumidor deve acessar o site da Enel ou os aplicativos da empresa (Android e iOS). “Basta colocar o número da unidade consumidora e os débitos aparecem. As opções se abrem e você escolhe o parcelamento”, detalha. Quem tiver dúvida pode ligar no 0800 62 0196.

Antes de suspender o fornecimento de energia dos clientes, a Enel garante que todos serão notificados. “A mensagem que queremos passar é para que as pessoas busquem o nosso site e aplicativo, façam o parcelamento de faturas e regularizem a situação”, disse Assunção. Até mesmo para famílias de baixa renda, o conselho é tentar negociar antes que a dívida tome grande volume. “o ideal é que mantenha a adimplência. Se não está, também pode tentar regularizar a situação”, reforça o gerente.

( Diário de Goiás )

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